Infância ou a falta dela
Eu vivo falando que tenho orgulho de ter aproveitado minha infância até o último suspiro dela. Só passei pra adolescência com 16 anos mesmo, idade do meu primeiro beijo. Até os 15 brincava de boneca, dos 13 aos 15 apenas sozinha. Como já revelei no questionário, passei a usar um aparelho para a coluna e me fechei naquela "prisão". Digo sempre, também, que as crianças de hoje em dia deixam de ser pequenos inocentes muito cedo. Aos 10 já pensam no primeiro beijo, isso se não o deram com 9. Aos 12, pensam na primeira transa. Aos 13, são pais. Pais crianças que acreditam que tudo não passa de uma brincadeira. Vá lá, mas que brincadeirinha mais real... Hoje escutei uma senhora no ônibus, a hora que ia para o meu torturante trabalho, contando ao motorista, e para quem mais estive disposto a escutar (sim, eu estava disposta!) que casou-se aos 13 anos de idade. Começou a namorar com apenas 9. Sua mãe, na ânsia de ver a filha longe talvez, aumentou sua idade em 7 anos para ela poder se casar. O mais impressionante é que o marido da senhora era 25 anos mais velho que ela. Toda essa conversa alheia que eu escutei me fez pensar que na verdade estamos voltando as origens de nossos avós, bisávos e tatarávos. Só que com a diferença que hoje são crianças da mesma idade que têm filhos e deixam de ser crianças por irresponsabilidade ou falta de orientação. Antes, o casamento era a única saída para as mulheres jovens. O mundo dá voltas, mudam os personagens, algumas partes da história, mas, no final, a essência é a mesma.
Amanhã posto umas fotos da baladinha que fui semana passada, niver do Joey.
Eu vivo falando que tenho orgulho de ter aproveitado minha infância até o último suspiro dela. Só passei pra adolescência com 16 anos mesmo, idade do meu primeiro beijo. Até os 15 brincava de boneca, dos 13 aos 15 apenas sozinha. Como já revelei no questionário, passei a usar um aparelho para a coluna e me fechei naquela "prisão". Digo sempre, também, que as crianças de hoje em dia deixam de ser pequenos inocentes muito cedo. Aos 10 já pensam no primeiro beijo, isso se não o deram com 9. Aos 12, pensam na primeira transa. Aos 13, são pais. Pais crianças que acreditam que tudo não passa de uma brincadeira. Vá lá, mas que brincadeirinha mais real... Hoje escutei uma senhora no ônibus, a hora que ia para o meu torturante trabalho, contando ao motorista, e para quem mais estive disposto a escutar (sim, eu estava disposta!) que casou-se aos 13 anos de idade. Começou a namorar com apenas 9. Sua mãe, na ânsia de ver a filha longe talvez, aumentou sua idade em 7 anos para ela poder se casar. O mais impressionante é que o marido da senhora era 25 anos mais velho que ela. Toda essa conversa alheia que eu escutei me fez pensar que na verdade estamos voltando as origens de nossos avós, bisávos e tatarávos. Só que com a diferença que hoje são crianças da mesma idade que têm filhos e deixam de ser crianças por irresponsabilidade ou falta de orientação. Antes, o casamento era a única saída para as mulheres jovens. O mundo dá voltas, mudam os personagens, algumas partes da história, mas, no final, a essência é a mesma.
Amanhã posto umas fotos da baladinha que fui semana passada, niver do Joey.
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